

Quando vejo uma grande árvore no quintal de uma casa, lembro de minha infância
e de como eu sonhava em ter uma casa na árvore.
Lembro-me como se fosse ontem eu ainda criança juntando tábuas que encontrava na rua, arrastando tudo para casa e esperando anciosa o pai chegar do trabalho, para insistir aos prantos a construção de meu castelo, quero dizer, de minha casa na árvore.
Acho que nunca pensei em como estava sendo má, em querer cortar os galhos daquele grande pé de jambo.
Pois é, eu nunca tive essa casa na árvore, algumas madeiras viraram carvão na fogueira de são joão de minha mãe, que eu lembre sobrou apenas uma tábua pra contar a história, que virou uma gangorra embaixo da jambeira, onde eu chamava todos os meus vizinhos para brincar, entre eles, Emanuel. Vim a lembrar dele justamente por 2 motivos: o primeiro é pelo fato dele ser bastante parecido com o "nhonho" personagem do chaves, o segundo é pelo fato de nunca ter conseguido levantar ele na gangorra só com a ajuda de mais dois colegas. Dai você tira.
Ah! aquele pé de jambo...Como deu trabalho... Tirávamos a fruta de sacola e sempre aparecia um sujeito:
- Fia me dar um "Jambre".
Até nome novo a fruta tão doce ganhou.
Era tanto jambo que tudo minha mãe queria fazer de jambo: era jambo a milanesa, salada de jambo, jambo cozido, assado, suco de jambo...
Eu estava definitivamente com a cara de pé de jambo.
Hoje é só saudades dos bons e velhos momentos, estes são um dos muitos que ficarão guardados pra sempre.
Irla silveira noite do dia 5/11/2009.
e de como eu sonhava em ter uma casa na árvore.
Lembro-me como se fosse ontem eu ainda criança juntando tábuas que encontrava na rua, arrastando tudo para casa e esperando anciosa o pai chegar do trabalho, para insistir aos prantos a construção de meu castelo, quero dizer, de minha casa na árvore.
Acho que nunca pensei em como estava sendo má, em querer cortar os galhos daquele grande pé de jambo.
Pois é, eu nunca tive essa casa na árvore, algumas madeiras viraram carvão na fogueira de são joão de minha mãe, que eu lembre sobrou apenas uma tábua pra contar a história, que virou uma gangorra embaixo da jambeira, onde eu chamava todos os meus vizinhos para brincar, entre eles, Emanuel. Vim a lembrar dele justamente por 2 motivos: o primeiro é pelo fato dele ser bastante parecido com o "nhonho" personagem do chaves, o segundo é pelo fato de nunca ter conseguido levantar ele na gangorra só com a ajuda de mais dois colegas. Dai você tira.
Ah! aquele pé de jambo...Como deu trabalho... Tirávamos a fruta de sacola e sempre aparecia um sujeito:
- Fia me dar um "Jambre".
Até nome novo a fruta tão doce ganhou.
Era tanto jambo que tudo minha mãe queria fazer de jambo: era jambo a milanesa, salada de jambo, jambo cozido, assado, suco de jambo...
Eu estava definitivamente com a cara de pé de jambo.
Hoje é só saudades dos bons e velhos momentos, estes são um dos muitos que ficarão guardados pra sempre.
Irla silveira noite do dia 5/11/2009.
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